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quinta-feira, 22 de maio de 2014

Saiba como agir em caso de atendimento médico durante a Copa



A Secretaria Estadual de Saúde do Paraná declara que está preparada para atender a população e os estrangeiros durante a Copa do Mundo no caso de uma emergência médica. Segundo o órgão, o atendimento a ser prestado não é diferente do que normalmente acontece, e o sistema de saúde está pronto para atender emergências relacionadas a torcedores, turistas e a população em geral.

Mas você sabe para onde deve seguir em caso de precisar de atendimento?

A SESA  orienta os torcedores a procurar, prioritariamente, o Hospital do Trabalhador. As UPAs - unidades de Pronto-Atendimento, os hospitais de referência e o Samu  - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência - funcionarão regularmente, com o mesmo número de ambulâncias. Não haverá diminuição de assistência. A SESA informa que, próximo à Arena da Baixada, será montado um posto médico avançado e três unidades móveis de atendimento pré-hospitalar. Equipes extras estarão a postos para atendimento ao redor do estádio e da Fan Fest.

Os hospitais do Trabalhador, Cajuru e Marcelino Champagnat também já estão preparados para atender a população no caso de múltiplas vítimas. E para atendimento com convênio ou particulares, serão acionados os hospitais Vita Batel e Marcelino Champagnat.

Dentro da Arena e no perímetro de bloqueio a responsabilidade pelo atendimento fica por conta da FIFA que contará com ambulatórios e prestará os primeiros socorros. Se for o caso de transferência para um hospital, a mesma será feita pelas ambulâncias da FIFA.

Os telefones de emergência em Curitiba são o 192 (Samu) e 193 (Siate - Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência).

terça-feira, 13 de maio de 2014

Deputado entra com pedido de investigação sobre a falta de leitos psiquiátricos




LEPREVOST ENTRA COM PEDIDO DE INVESTIGAÇÃO SOBRE A FALTA DE LEITOS PSIQUIÁTRICOS

Desde que a Lei da Reforma Psiquiátrica entrou em vigor, em 2001, o número de leitos destinados a internar pessoas com transtornos psíquicos ou dependência química vem diminuindo drasticamente. De 2005 até agora, as vagas existentes caíram mais de 35% no Paraná. Só na capital, no ano passado, foram extintos 182 leitos. A diretriz nacional aposta no tratamento em rede, com a criação de novas vagas em Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e nos hospitais gerais. No entanto, os espaços criados nesses centros não acompanham o ritmo daqueles que estão sendo desativados em hospitais psiquiátricos.

Segundo o que diz a Lei, seria necessário a abertura de leitos de atendimento em psiquiatria nos hospitais gerais e isto não foi feito até hoje, quase 13 anos após ser promulgada. Atualmente existem duas opções para internamento: Mediante o SAMU - com o aval de um psiquiatra ou solicitado por profissionais da Caps.

Para o Deputado Ney Leprevost, a situação é caótica e urge uma investigação sobre a falta de leitos psiquiátricos em Curitiba. “A desassistência aos pacientes da saúde mental na capital é algo que vem alarmando muito os profissionais da área. Precisamos rapidamente obter maneiras de reestruturar as parcerias com as clínicas privadas que atendiam o SUS de forma a agilizar o processo de internamento, pois a diretoria da Saúde Mental da Secretaria Municipal da Saúde retrocedeu ao extinguir essas parcerias. Devido a isso, entrei com recurso junto aos órgãos responsáveis para que sejam tomadas providências urgentes”, declara o deputado.


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